CPA

INTRODUÇÃO

O Ensino e a Aprendizagem estão em constante transformação, alterando-se os conteúdos, as formas, as condições que são produzidas. Da mesma forma a avaliação institucional não pode se restringir em relatórios e diagnósticos, com o julgamento de resultados e ações já cumpridas. Sendo um processo emancipatório, e como tal, deve inscrever-se na vida total da instituição, criando uma cultura avaliativa.

A auto avaliação será uma prática contínua da IES com a finalidade de refletir sobre a sua própria missão, seus objetivos e o desenvolvimento de suas múltiplas atividades. Trata-se de um processo participativo, que será construído progressivamente, buscando o aperfeiçoamento de sua ação educativa perante a comunidade acadêmica e social.

Esta proposta pautou-se na Lei n.º 10.861/2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Essa Lei definiu dez dimensões institucionais para a avaliação das IES, assegurou a avaliação institucional interna e externa e criou a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES como órgão colegiado de coordenação e supervisão do SINAES.

A análise substanciou-se ainda na Portaria n.º 2.051/2004, que regulamenta os procedimentos do Sistema e dispõe que a avaliação de instituições será executada conforme diretrizes estabelecidas pela CONAES. A Auto Avaliação é uma das etapas do processo avaliativo a ser coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA). Cabe ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) operacionalizar o processo de Auto Avaliação a partir de diretrizes da CONAES.

CONCEPÇÃO

A Auto – Avaliação Institucional da IES é entendida como um processo coletivo de reflexão sobre a sua prática, seus compromissos com a sociedade, sobre o desenvolvimento de suas diferentes atividades, na busca permanente e sistemática de sua excelência acadêmica.

Mediante um processo democrático e autônomo, pretende-se desencadear ações avaliativas que permitam explicar e compreender criticamente as estruturas e relações da Instituição.

Possibilitando um questionamento sistemático de todas as atividades da Instituição, seus fins, seus meios, ensino, pesquisa e a extensão, bem como a gestão, infraestrutura e as condições gerais de trabalho, propondo alternativas viáveis ao seu aperfeiçoamento.

A IES consciente que a avaliação é uma prática social de sentido fortemente pedagógico, enfatiza sua importância como mecanismo de produção de conhecimento e de juízo de valor sobre a própria instituição.

Ao produzir, organizar, consolidar e sistematizar os conhecimentos, a avaliação intervém qualitativamente no desenvolvimento dos processos e nas estruturas da instituição, atuando como dispositivo educativo das pessoas que nelas se envolvem.

Nossa auto – avaliação respeita a identidade institucional, definidas na missão e nos objetivos, mediante um processo de adesão, com ampla participação de toda a comunidade acadêmica.

O objeto de análise é o conjunto de dimensões, estruturas, relações, atividades, funções e finalidades da instituição, centrado em suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, segundo os diferentes perfis e missões institucionais.

PRINCÍPIOS

A Auto – Avaliação da IES fundamenta – se no Paradigma de Avaliação Autônoma, fornecendo uma visão global da instituição apresentando os seguintes princípios:

1- Participação Democrática: Consiste num processo democrático que deve envolver os diferentes segmentos da comunidade acadêmica e social de forma coerente com a identidade institucional.

2- Busca da Transformação: Consiste no processo de análise e crítica da realidade, visando a sua transformação. Busca apreender o fenômeno em seus movimentos e em sua relação com a realidade, objetivando a sua transformação e não apenas a sua descrição. A transformação pretendida deve estar em consonância com os compromissos sociais e políticos assumidos na missão e objetivos da instituição.

3- Abordagem Qualitativa e Quantitativa: A Auto Avaliação entendida numa abordagem qualitativa e quantitativa deve ser buscada na dinâmica integradora das diversas esferas e estruturas internas e na relação entre elas e a sociedade, através de procedimentos dialógicos e participantes, predominantemente, de instrumentos abertos (entrevistas livres, questionários semiestruturados, entre outros).

OBJETIVOS GERAIS

A auto avaliação tem como principais objetivos produzir conhecimentos, pôr em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridas pela instituição, identificar as causas dos seus problemas e deficiências, aumentar a consciência pedagógica e capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo, fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais, tornar mais efetiva a vinculação da instituição com a comunidade, julgar acerca da relevância científica e social de suas atividades e produtos, além de prestar contas à sociedade.

Identificando fragilidades e as potencialidades da instituição nas dez dimensões previstas em lei, a auto avaliação é um importante instrumento para a tomada de decisão e dele resultará um relatório abrangente e detalhado, contendo análises, críticas e sugestões.

Estas dimensões, entretanto, não devem ser consideradas um instrumento para mera checagem ou verificação ou, simplesmente, quantificação e sim, vistas como ponto de partida para a construção de um amplo processo de discussão e reflexão sobre as diversas facetas e atividades institucionais, permitindo o aprofundamento do conhecimento e compreensão sobre as mesmas.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Plano de Avaliação Institucional da IES contempla os seguintes objetivos específicos:

1. Refletir sobre a Instituição na sua globalidade, buscando caminhos para a melhoria da qualidade do trabalho educativo;
2. Promover a auto avaliação através da participação de todos os segmentos da comunidade acadêmica;
3. Avaliar o desempenho do docente e pessoal técnico administrativo da instituição, buscando em conjunto, alternativas para o aperfeiçoamento da ação pedagógica;
4. Acompanhar as diferentes formas de gestão administrativa, identificando avanços e dificuldades e propondo novas formas de encaminhamento para a melhoria do trabalho educativo.
5. Promover a avaliação das condições de infraestrutura da Instituição.
6. Identificar o perfil do aluno ingressante de cada curso, buscando a adequação necessária entre os objetivos do currículo e as necessidades e interesses do alunado.
7. Redefinir o perfil do egresso pretendido, considerando os propósitos de cada curso e as exigências do mercado de trabalho.
8. Avaliar o desenvolvimento das atividades de Pesquisa e de Iniciação Científica, buscando, em conjunto com a Coordenação, professores pesquisadores e alunos bolsistas, alternativas para o aperfeiçoamento destas ações.
9. Avaliar o desenvolvimento dos cursos, programas e atividades complementares de integralização curricular promovidas pela Extensão, adequando estas ações aos objetivos do ensino de graduação e às necessidades e interesses da comunidade.
10. Aumentar a consciência pedagógica e capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo.
11. Prestar contas à sociedade sobre os serviços desenvolvidos.

COMPOSIÇÃO

A CPA tem a seguinte composição:

I – Representantes da Mantenedora
Tânia Maria Calçada
Amanda Salles Praia

II – Representantes do Corpo Docente
Janete de Andrade Sartori
Alexandre Santos

III – Representante do Corpo Discente
Rafael Souza de Freitas

IV – Representantes do Pessoal técnico-administrativo
Ana Carolina Duarte dos Santos
Thais Botelho Ramos

V – Representante da Comunidade
Cleber Augusto Costa da Silva
Ivy Fragoso

À CPA compete planejar, organizar e desenvolver a auto avaliação da Instituição interpretando os resultados e apontando opções para a consolidação institucional e a melhoria contínua dos cursos e programas de nível superior, além dos instrumentos de planejamento e gestão universitários, divididas em três Etapas da seguinte forma:

1ª Etapa – Constituição da CPA, Planejamento, Sensibilização.
2ª Etapa – Desenvolvimento.
3ª Etapa – Consolidação, Relatório, Divulgação, Balanço crítico.

  1. CONSTITUIÇÃO DA CPA – À CPA da IES será constituída por ato do Diretor Geral. Sendo composta por oito membros que representam diversos segmentos da sociedade acadêmica na Instituição e da Sociedade local, não privilegiando maiorias e com Regulamento especifico.
  1. PLANEJAMENTO – À IES desenvolve uma proposta metodológica participativa e autônoma entre membros da CPA, que devidamente fundamentados no manual de Orientações Gerais estabelecida no SINAES, os compartilham com todos os segmentos da comunidade acadêmica, estabelecendo procedimentos e metas para a Avaliação Institucional.

III. SENSIBILIZAÇÃO – A cultura de auto avaliação encontra-se solidificada nos ditames da IES desde sua criação, consolidando o hábito salutar da busca pela qualidade e pelo desenvolvimento da Instituição. Com a introdução do SINAES a Comissão Própria de Avaliação desenvolverá diversos encontros para plena interlocução e apresentação das propostas, atividades e possíveis correções de experiências anteriores.

  1. DESENVOLVIMENTO – A auto – avaliação da IES, será desenvolvida pela Comissão Própria de Avaliação, sempre de forma emancipatória e participativa, integrando-se com todos os segmentos da comunidade acadêmica. Cumprindo cronograma estabelecido e aprovado pela CPA.
  1. CONSOLIDAÇÃO – O processo de auto avaliação deverá estar consolidado antes do prazo final estabelecido pelo CONAES.
  1. RELATÓRIO – Substanciado nos patrões utilizados pelo MEC e outras IES, constrói amplas condições para análise sistemática da auto avaliação semestralmente. Os relatórios de avaliação serão submetidos à deliberação do colegiado superior da IES.

VII. DIVULGAÇÃO – A CPA responsabiliza-se em divulgar para toda a comunidade acadêmica e social seu juízo de valores e conceitos resultantes da auto avaliação.

VIII. BALANÇO CRÍTICO – Procedimentos dialógicos e análise crítica das metodologias aplicadas e seus resultados obtidos, geram a avaliação da avaliação (meta avaliação) de forma a redirecionar os caminhos em busca da excelência pretendida.

RELATÓRIO DA CPA – ANO 2018

  1. PLANO DE AÇÕES DE MELHORIA DA IES

DIMENSÃO I – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
DIMENSÃO II – CORPO DOCENTE
DIMENSÃO III – INFRAESTRUTURA

Potencialidades Propostas de Ações Competências Prazo
Comprometimento de todos os envolvidos no processo pedagógico Participação no planejamento, nas ações e nas avaliações Coordenação Ao longo dos semestres
Bom relacionamento na comunidade acadêmica:

·         entre os cursos

·         entre os docentes

·         entre os discentes

Eventos e ações integradas apresentações artísticas e culturais Docentes Ao longo dos semestres
Relação professor x aluno: dialógica e individualidade Acompanhamento da frequência e do aproveitamento dos alunos Coordenação

Docentes

Ao longo dos semestres
Corpo docente estável pouca rotatividade Incentivo à permanência Coordenação

Direção

Início e ao longo dos semestres
Permanência na instituição e conhecimento do perfil do alunado Motivação, ambiente acolhedor,

 

Coordenação

Direção

Ao longo dos semestres
Prática docente interdisciplinar, contextualizada e dinâmica Troca de experiências Coordenação

Docentes

Alunos

Ao longo dos semestres
Emprego das tecnologias pelos docentes e discentes Recursos tecnológicos disponíveis Manutenção Início dos semestres
Participação integrada dos docentes e discentes nos eventos acadêmicos científicos e culturais Planejamento de atividades artísticas e culturais Coordenação Período de planejamento
Atualização constante dos conhecimento e troca de experiências Divulgação de eventos acadêmicos Coordenação

Docentes

Período de planejamento
Ascensão na carreira com titulação Motivação para pós graduação stricto sensu

Divulgação de curso

Coordenação Período de planejamento  e ao longo dos semestres

 

Fragilidades Ações Competências Prazo
Assiduidade e Pontualidade Conscientização Coordenação Início dos semestres
Cumprimento do calendário escolar e registros acadêmicos Acompanhamento Coordenação Ao longo dos semestres
Instrumentos musicais para a licenciatura em Música Renovação dos instrumentos Coordenação

Direção

Início do semestre
Recursos didáticos e equipamentos audiovisuais Aquisição e manutenção Direção

Manutenção

Ao longo dos semestres
Pianos – Piano Digital Manutenção

Afinação

Coordenação

Técnicos

Ao longo dos semestres
Mobiliário das salas de aula Manutenção Manutenção Ao longo dos semestres
Laboratórios de Informática e de Música Manutenção dos equipamentos e das instalações Manutenção Início do semestre
Higienização e manutenção das dependências, salas de aula e banheiros Supervisão e acompanhamento dos procedimentos Manutenção Diário, entre os períodos
Biblioteca: acervo Atualização de títulos em todas as áreas, assinatura de revistas e periódicos Coordenação

Docentes

Início do semestre
Dificuldades dos alunos: leitura, escrita, matemática, código musical Atividades de nivelamento e laboratório de música e produção de texto Coordenação

Docentes

Ao longo dos semestres
Monitoria Implantação de monitores de informática, grupos de estudos de música Coordenação

Docentes

Ao longo dos semestres
Teatro Manutenção de som, luz e equipamentos

Aquisição de estantes para os músicos

Coordenação

Manutenção

Direção

Ao longo dos semestres
Internet Manutenção e extensão Coordenação

T.I.

Direção

Ao longo dos semestres
Plano de carreira dos professores e funcionários Incentivo Direção Implantação
Produção Acadêmica Incentivo a participação Direção

Coordenação

Ao longo dos semestres
  1. DIAGNÓSTICO ACADÊMICO

A Comunidade Acadêmica da IES acredita que o processo avaliativo de uma instituição de ensino deve se apresentar como diagnóstico para que os segmentos que a compõem, possam descobrir quais os procedimentos mais recomendados para promoverem mudanças e melhorias em suas propostas educacionais.

Nosso processo de avaliação institucional comporta certos graus de flexibilidade e de adaptabilidade, permitindo ajustes e acertos que signifiquem correção de rota, aperfeiçoamento ou adaptação que assegurem a qualidade da ação.

Sendo assim, os discentes, docentes e funcionários da IES foram convidados a preencher os questionários das avaliações de forma espontânea, não havendo nenhuma imposição ou obrigatoriedade.

Desta forma os dados coletados refletem a opinião espontânea dos envolvidos, que possui experiência avaliativa, não sendo está a primeira atividade de avaliação desenvolvida, consideramos que a maioria dos envolvidos tenham assimilado uma cultura avaliativa que não comprometa a qualidade dos dados coletados que foram apresentados neste relatório.

Nosso processo de auto avaliação possui uma ação sistemática e global que não se restringe aos testes de conhecimentos ou às medidas de produção ou elaboração de banco de dados. A avaliação Institucional da IES envolve um questionamento rigoroso e sistemático de todas as atividades da instituição, seus fins e seus meios: ensino, pesquisa e extensão, bem como gestão, infraestrutura e condições gerais de trabalho.

Esta Integração do processo de compreensão, captação e relações que integram a organização da instituição proporciona muito mais que um olhar distante, a auto avaliação oferece uma postura dinâmica de conhecer, produzir e cimentar as relações, de construir a articulação e a integração dos diversos níveis, áreas e dimensões institucionais.

Ao produzir, organizar, consolidar e sistematizar os conhecimentos, a avaliação intervém qualitativamente no desenvolvimento dos processos e nas estruturas da instituição, atuando como dispositivo educativo das pessoas que nelas se envolvem.

A avaliação Institucional estabelece as comparações entre os seus projetos e compromissos e aquilo que consegue realizar, entre o seu passado e o seu presente, entre o que está sendo e aquilo que julga dever ser.

A avaliação institucional da IES é um empreendimento permanente e coletivo de produção da qualidade educativa.

Diante do cenário favorável e positivo que abarca todos os elementos avaliados pela CPA, destacamos essencialmente os seguintes pontos:

  • Aumento da qualidade das relações entre Professores e Alunos;
  • Clareza em todos os processos da dinâmica de sala de aula: avaliações, provas, trabalhos, plano de ensino; pontualidade, sistema de trabalho, didáticas inovadoras e outros aspectos que compõem esse espaço denominado sala de aula;
  • Melhoria substancial no processo de avaliação das Cinco Dimensões do SINAES envolvendo os alunos em todo o processo, considerando principalmente a aplicação, digitação dos resultados;
  • Qualificação docente voltada e orientada sobre todas as atividades que envolvem a CPA, bem como análise dos principais resultados e apresentação de sugestões e de melhorias;
  • Materializar a implantação dos novos cursos de pós-graduação abertos para a comunidade local e regional;
  • Orientação dos docentes para participar e supervisionar os alunos na dinâmica e necessidade de avaliação permanente;
  • Devolução dos resultados para todos os professores participantes;
  • Apresentação dos resultados gerais para os alunos e comunidade através do site da IES;
  • Reuniões com o grupo de alunos que participou do processo de avaliação para a conscientização da realização da CPA como um processo importante e necessário;
  • Continuar com o processo de envolvimento dos alunos na participação da realização da CPA;
  • Ampliar as relações com a comunidade;
  • Continuar o processo de avaliação dos alunos concluintes, antes do final do ano;

 

  1. CRÍTICAS E SUGESTÕES PARA APRIMORAR O PROCESSO

Como sugestões estão sendo consideradas à viabilidade da sistematização dos relatórios parciais, submetendo a síntese conclusiva à apreciação crítica da CPA por meio de e-mail. Inclusive os relatórios parciais deverão ser encaminhados concomitantemente aos setores acadêmicos, com fim de subsidiar as atividades de planejamento do desenvolvimento institucional. No segmento da divulgação deveremos futuramente utilizar boletins internos, relatórios, seminários, documentos informativos e outros meios eletrônicos. No que se refere à meta–avaliação, criticamos a pouca oferta de questionários disponibilizados pelo MEC como referenciais, cujos dados poderiam ser levantados por meio de formulário eletrônico. A sistematização desse levantamento será complementada por discussões promovidas em seminários internos da CPA e outros com a participação da comunidade acadêmica. Esta etapa também incluirá o planejamento da continuidade da avaliação institucional.

  1. CONSIDERAÇÕES FINAIS

 A Comissão Própria de Auto Avaliação da IES espera contribuir no contexto do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), que está no centro do processo avaliativo, com a melhoria da qualidade da educação superior, a orientação da expansão de sua oferta, o aumento permanente da sua eficácia institucional e os compromissos de responsabilidades sociais.

A CPA em conformidade com o texto legal entende necessário que a avaliação dos cursos superiores dar-se-á em duas fases:

1ª – Auto avaliação, coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição e orientada pelas diretrizes e pelo roteiro da auto avaliação institucional da CONAES;

2ª – Avaliação externa, realizada por comissões designadas pelo INEP, tendo como referência os padrões de qualidade para a educação superior expressos nos instrumentos de avaliação e os relatórios de auto avaliações.

Os processos de avaliação interna e externa devem constituir para um sistema que permita a integração das diversas dimensões da realidade avaliada, assegurando as coerências conceitual, epistemológica e prática, bem como o alcance dos objetivos dos diversos instrumentos e modalidades.

Além de atender aos requisitos do MEC – Ministério da Educação, a IES entende a necessidade da auto avaliação, indispensável ao aprimoramento da Instituição. As ações implementadas no Processo avaliativo nos permitem identificar tanto os problemas do passado, quanto os do presente, suas causas e as melhores estratégias de ação para saná-las.

É perceptível que todos os membros envolvidos nesse processo avaliativo: Membros do CPA, professores, estudantes, corpo administrativo e a própria comunidade, compreendem as deficiências e se interessam em fazer parte dos processos de melhoria da IES, para que ela venha a atender cada vez melhor as necessidades da comunidade onde está inserida.